6.6.07

E se me perguntassem qual o melhor dia do ano, eu responderia sem pestanejar: hoje. Não é Natal, aniversário, feriado (apesar de ser véspera), dia de chocolate ou folga no trabalho. Hoje, seis de junho, é o meu nosso dia. Sempre será, claro, mas será que ainda será? Quando eu for bem velhinha, quero lembrar da data como aquela que marcou o início dos melhores dias. E, saudosista, vou soltar na cadeira de balanço um “bons tempos aqueles”. Os tempos podem ter mudado ou continuado, quem vai saber, mas foram mesmo os anos dourados.
Todo seis de junho implicará, necessariamente, aperto no coração. É a data de exibição do filme, o flashback, o show daquelas canções todas acumuladas, a apresentação de slides. Que o meu seis de junho seja tão importante pra você quanto é pra mim. E que ele, perdendo sua função, consiga ser pelo menos uma lembrança gostosa do meu dia que era nosso.

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