3.7.06

E se você me perguntasse para quem eu escrevo agora, eu responderia: pra você.
Você está lendo o que é seu, não são mais minhas essas palavras. Estou lhe dando todas elas de coração.
Lembrei de você e coloquei aqui. Você nem desconfiava e eu fui digitando guiada pela sua lembrança.
As risadas, os olhares, a hipótese de "quem sabe um dia", a saudade. Lembrei o bom que é ficarmos sem fazer nada junto... Você lembra?
Até essa repetição gramaticalmente condenável de "você" foi feita pra você.
Por mim. Pra você.
Eu escrevo agora pra uma pessoa especial, linda, companheira. Escrevo para que ela não se esqueça disso, nem eu.Não esquece, tá?
"A efemeridade da vida..." As coisas andam tão imediatas que é melhor deixar tudo registrado, tudo escrito direitinho.
Pois este é um tratado para você. Declaro aqui que você é especial para mim e assino no final.
Quem entra num poema não morre nunca. E você será eterno para sempre.

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